terça-feira, 14 de abril de 2015

Cenas de Gaja #2: eu e as unhas

Nota introdutória: este artigo não foi patrocinado por nenhuma das marcas a seguir referidas (mas podia, que eu não me importava nada!). É apenas a minha singela opinião acerca de um produto do qual sou consumidora regular.


Quem me conhece sabe que eu tenho uma “pequena” fixação por mãos. Conheço as mãos da minha família e dos meus amigos de cor e salteado e sou capaz de reconhecer qualquer um deles olhando só para as mãos. Maluca? Talvez... mas assim como outras pessoas reparam nos olhos ou na boca, eu reparo e aprecio mãos!

Quando era mais nova, por pura estupidez, passei pela fase de roer as unhas... algumas das minhas amigas tinham esse hábito e eu, jovem aparvalhada, achei que era giro copiá-las (vá-se lá perceber!).

Felizmente, essa fase passou! Eu percebi que ter as mãos cuidadas dá-nos logo um aspecto mais bonito e é por isso que ando sempre com as unhas arranjadas. De vez em quando gosto de um miminho e vou à manicure, mas desde há muito tempo que sou eu quem cuida das minhas unhas e lá em casa há um kit completo que me auxilia nessa tarefa, qual "corner de nails": alicate para cortar peles, corta-unhas, lima, paus de laranjeira e vernizes... vários vernizes!

Ao longo dos anos experimentei várias marcas de vernizes, em busca daquela à qual iria ser fiel para o resto da vida. Em tempos idos, o meu objectivo era ter uma grande colecção de vernizes, com várias cores diferentes para poder variar (cheguei a ter mais de 10 frascos de verniz no armário), e tinha duas marcas de eleição (uma portuguesa e uma brasileira), por oferecerem muita variedade a preços baixos. Depois de muitos anos a utilizar exclusivamente estas marcas, cometi uma "infidelidade" e experimentei uma outra marca portuguesa que, na minha opinião, tem uma qualidade ligeiramente superior às outras duas, estando o preço na mesma gama dos anteriores.

Mas, mesmo assim, ainda não estava completamente satisfeita. É que embora goste de andar com as unhas pintadas, não tinha (nem tenho) paciência para mudar o verniz a cada dois dias e, por isso, precisava de vernizes mais resistentes às lides domésticas diárias!

Foi aí que encontrei a essie. Já não me lembro quando ouvi falar pela primeira vez nesta marca, mas depois de ler várias referências à qualidade dos vernizes fiquei com imensa vontade de experimentar. Só havia um senão... o preço! De facto, quando comparados com os outros vernizes que eu usava, estes vernizes não são baratos mas depois de experimentar, não quis outra coisa! Então tive de mudar o meu objectivo, optei pela qualidade em vez da quantidade e limitei as cores às que mais gosto de ver nas (minhas) unhas: um tom pastel (n.º 6, "ballet slippers"), nem muito branco nem muito rosa, um rosa velho (n.º 41), um vermelho (n.º 59 - "aperitif") e um cinzento escuro (n.º 210A).




Como a base que tenho também é da essie, depois de aplicar o verniz, ele chega a durar nas minhas unhas até 6 dias quase impecável. Digo "quase" porque, para mim, qualquer cantinho microscópico sem verniz ou marcas de quebras (mesmo sem levantar) já são razões para dar ordem de serviço ao algodão e ao removedor.

Isto é tudo muito bonito, mas aposto que algumas de vocês já estão a pensar "ah, mas eu não tenho tempo para pintar as unhas" ou "não tenho jeito para pintar as unhas a mim mesma e não há dinheiro para a manicure"... calma! Quando falo em unhas arranjadas, não significa que estejam sempre pintadas... aliás, ultimamente isso tem sido uma raridade! Significa, isso sim, que tenho sempre as unhas curtas (não consigo trabalhar no computador com elas compridas), com uma forma adequada aos meus dedos e, se não estiverem pintadas numa cor qualquer, com uma camada de base transparente para lhes dar algum brilho.

São estas pequenas coisas (juntamente com um cabelo limpo e bem tratado) que fazem a diferença num look... podemos ter roupa da tendência mais hot e da melhor marca à face da terra, mas se estes pormenores falharem, não há estilo que resista!


Fotos: Helena Alves

sexta-feira, 10 de abril de 2015

5 semanas ou mais um desabafo da "Alfacinha"

Passo a vida a fazer riscos no meu calendário mental.
Passo a vida a contar para trás.

De acordo com o meu horário de trabalho fins-de-semana, só de 5 em 5 semanas.. portanto, de cada vez que termina um fim-de-semana contam-se os dias para voltar a ter outro e, por isso, regressar a casa. 

O meu Porto tem as minhas pessoas, as minhas coisas, os meus lugares. O meu Porto tem um tom escuro, mas é desta escuridão que tenho saudades. O meu Porto tem gente que fala alto, tem gente malcriada, tem gente com um coração enorme. O meu Porto tem um rio de cortar a respiração. O meu Porto tem a melhor comida do Mundo.

O meu Porto tem os que mais amo, os que mais me querem bem. 

Saudade: essa palavra tão nossa, tão portuguesa, que tanto texto gera. 

Saudade é riscar dias no calendário; é ouvir músicas e suspirar alto. Saudade é falar com os que mais gostamos, desligar o telefone e riscar mais um dia. 

Saudade é fazer a mala à terça, é combinar a hora de saída à segunda. Saudade é ter o coração apertado quando se pensa no Domingo à noite.

Amor, é o que sinto por todos os que me recebem de braços abertos; amor é saber que mesmo aqueles com quem passo menos tempo (porque 48 horas nem deviam contar como tempo) entendem e esperam que volte (5 semanas).

Felicidade é saber que a maioria vai estar sentada à mesma mesa. Felicidade é saber que estão todos lá, porque temos motivos para festejar, porque no fundo, os amigos são a família que podemos escolher!

Felicidade é saber que da próxima vez eles vão lá estar; felicidade é saber que o acordar vai ser ao lado dele. 

Porto, saudade,amor e felicidade é juntar todos os dias e encurtar o tempo e a distância.


Porque hoje é sexta e como diz a música "It's Friday I'm in love" deixo-vos o desabafo de quem não está muito longe, mas tem dias que só quer estar mais perto.

Mafalda

[Porque neste blog também se desabafa, de que têm vocês saudades? E por quem sentem amor? E o que vos faz feliz?]



quinta-feira, 9 de abril de 2015

The girl in ballerinas #2

Quem se lembra da nossa "conversa" sobre sabrinas? E como acabou o "post"? Exato: " e sim...pode usar-se sabrinas em cerimónias.... Eu uso! mas isto fica para um próximo post!"
Utilizar este tipo de calçado em festas não tem muita ciência; são mais difíceis de encontrar, é certo, mas podemos fazer todo um coordenado a partir dos sapatos. Temos que ter em consideração algumas coisas:
  • evitar solas de borracha;
  • evitar aquelas sabrinas que têm um laço em cima;
  • evitar slippers;
  • tentar encontrar calçado com pequenos detalhes que façam a diferença - no ano passado levei umas sabrinas pretas cheias de pedras (da Zara).
Este ano estão "em alta" os sapatos bicudos e a Zara tem dois modelos bem interessantes! Temos que viver com eles e saber usá-los da melhor forma - quando escolhemos ir de calças largas a uma cerimónia, estas são uma boa opção (sim, podemos ir de calças a uma cerimónia... me aguardem!!! :)), mas também para vestidos.





Os modelos redondos este ano são mais escassos; estes da Mango podem ser uma boa opção MAS só se o vestido não tiver muitos ornamentos, já que são de pele com relevo.



A H&M também tem opções: o dourado e prateado podem ajudar a preencher um coordenado monocromático (lembro-me de há dois anos atrás encontrar nesta marca umas sabrinas de tecido com um padrão florido BEM giro!! O vestido era preto e portanto a estrela da companhia foram sem qualquer dúvida os sapatos!) 





Deixo-vos alguns exemplos de coordenados (sim, podia dar o meu exemplo se fosse pessoa de tirar fotos de corpo inteiro!!! Prometo que no próximo casamento vou fazer por isso!!!)






Mafalda
Imagens:
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